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Navegando por Autor "Zaranza, Geórgia Sampaio"

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    Narrativas de vida por entre memórias de quintais: das reinações-criações de menina à professora de si
    (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará, 2025) Zaranza, Geórgia Sampaio; Goldberg, Luciane Germano
    A presente pesquisa traz a metáfora dos quintais como elementos reflexivos/ativos/(trans)formativos da docência na educação e, especialmente, na educação infantil, por onde percebi claramente sua importância enquanto professora polivalente sem o temor de ser onírica. Foi por meio dos quintais, sendo professora das infâncias, estando com elas ao longo dos diversos trajetos, que me construí, me ofertei/desafiei-me. Possuem o frescor que transforma saberes, sabores, criações corriqueiras e artes em processos basilares para a vida, o trabalho, o fazer pedagógico se tornarem prazerosos, afetuosos e revolucionários cotidianamente. Eles residem no jeito menina de perceber os materiais que nos circundam, nos amplos processos de elaboração e reelaboração dos chamados conteúdos indispensáveis e suas não separações do estar vivo, ou melhor, como contribuinte da/na docência, inevitavelmente sensível e revolucionária, com as crianças de todas as idades, de importância vital, sempre em cores diversas. Trata-se de uma pesquisa (auto)biográfica (Josso, 2001; Delory-Momberger, 2012; Ferrarotti, 1991; Pineau; 2006; Pimentel, 2006) que, em diálogo com a A/R/Tobiografia (Irwin, 2004), propõe a produção de narrativas (auto)biográficas da professora da educação infantil atravessada pelos quintais, das reinações-criações eternas da menina viva na professora brincante em mim, brincante como uma artista das coisas que podem ser científicas sem esforço e buscando refletir sobre como estes processos criativos e formativos se tecem por meio dos aprendizados dos quintais vividos e trazidos/re-trazidos/reconfigurados na memória e nas construções-reconstruções eternas/internas/extras do ser. Memórias-histórias como saberes vividos e que permanecem nos dias atuais no ser/estar professora da Educação infantil presente (nos dois sentidos) dos despertares das experiências vividas e que, por meio das narrativas (auto)biográficas, podem ser entrelaçadas com as demais narrativas e percebidas como arte vita florescentes (fluorescentes em seus apelos constantes) nestes processos de criar-aprender- ensinar-recriar. Utiliza como dispositivo para a produção das narrativas (auto)biográficas individuais/coletivas o Círculo Reflexivo Biográfico (CRB), de Olinda (2018), unido à A/R/Tografia (Irwin, 2004), em diálogo com Bezerra (2022), o que gera o Círculo Reflexivo A/R/Tobiográfico (CRA), que propõe a produção de artefatos artísticos como enlaces narrativos da experiência de ser artista/professora/pesquisadora de si, compondo o círculo cromático da Tenda Brincante em um quintal. Por fim, constrói relicários (objetos de memórias) feitos com a junção dos artefatos artísticos criados, registrados, (re)sentidos e refletidos nesse processo de pesquisa menina-professora, procedendo à uma exposição dessas produções. Teoricamente, dialoga com Linhares (1999), Vygotsky (1998), Ostrower (2001), organicamente conduzida às complementares ranhaduras no que nos é aparente. Como resultados, essa pesquisa traz outras formas de compreensão da importância do processo autobiográfico e A/R/Tobiográfico para a auto-hétero-eco-formação (Pineau, 2006) docente, identificando a energia vital dos quintais, nas brincadeiras de fazer e refazer, na perseverança de manter o pulsar das criações cotidianas e espontâneas e\ou reelaboradas ao longo do estar vivo(a), para também nas salas de aula, em pequenos gestos/realizações, nos lugares aparentemente não potentes de aprendizados, à educação que se quer artística, poética, potente, cheia de belezas e essencialmente inclusiva.

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